No uso comum, o termo peixe tem sido frequentemente utilizado para descrever um vertebrado aquático com brânquias, membros, se presentes, na forma de nadadeiras, e normalmente com escamas de origem dérmica no tegumento.
Sendo este conceito do termo "peixe" utilizado por conveniência, e não por unidade taxonómica, porque os peixes não compõem um grupo com um ancestral comum exclusivo.
Pela classificação de Lineu, o criador da taxonomia, os peixes eram tradicionalmente divididos nos seguintes grupos:
- Peixes ósseos (Osteichthyes, com mais de 22 000 espécies) à qual pertencem as sardinhas, as garoupas, o bacalhau, o atum e, em geral, todos os peixes que possuem esqueleto ósseo;
- Peixes cartilaginosos (Chondrichthyes, mais de 1000 espécies) à qual pertencem os tubarões e as raias;
- Vários grupos de peixes sem maxilas (antigamente classificados como Agnatha ou Cyclostomata, com cerca de 80 espécies), incluindo as lampreias e as mixinas.
Visto que a diversidade é muita, os zoólogos atuais já não aceitam aquela antiga classe Pisces em que Lineu os agrupou.
Mas para quem pretende apenas uma perspetiva mais geral e lúdica é ainda útil.




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